GUILHERME W. MACHADO Apesar deste não ser um ato recorrente por si só, geralmente quando escrevo sobre um filme de terror acabo falando muito sobre minha insatisfação com o cenário atual do gênero. Não pretendo fazer isso desta vez. Corrente do Mal , como todo filme que chega com boa hype, foi alvo de exageros por duas partes dentro da crítica especializada: uma considerou-o uma revolução no gênero, um filme de extrema originalidade; a outra opôs-se justamente à essas afirmações, buscando diminuir o filme ao citar suas influências.