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Mostrando postagens com o rótulo James Stewart

Festim Diabólico (Alfred Hitchcock, 1948)

G.W. MACHADO Não deve ter precisado de muito para convencer Hitchcock a fazer Festim Diabólico . Essencialmente, é um filme sobre assassinato; mais do que isso, sobre a própria filosofia do assassinato. Como se não bastasse, ainda vinha acompanhado com o atrativo do desafio que era filmar num espaço bastante limitado, em tempo real (aspecto fundamental que já vinha com a peça) e manter a dinâmica necessária para um filme de suspense. Parece claro até hoje que era um projeto condenado: um "teatro filmado", pretensamente intelectualizado, marcado pelo ego de um diretor que na época estava mais preocupado em transformá-lo num projeto de vaidade. Tudo isso serve para nos mostrar o quão pouco valem nossos exercícios de antecipação, e que o cinema é realmente uma arte de combinações improváveis.

Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)

GUILHERME W. MACHADO - Of all the people who have been born... and have died... while the trees went on living. – Their true name is Sequoia Sempervirens: always green, ever-living. – I don't like them. – Why? – Knowing I have to die...  Não há filme que não seja mais valorizado quando assistido no cinema; essa obra prima de Hitchcock, entretanto, clama pela telona, que potencializa muito seu efeito sobre o espectador. Um Corpo que Cai continua sendo maravilhoso em home vídeo, sem dúvidas, mas só quando se tem o privilégio de assisti-lo numa sala de cinema é que se percebe plenamente toda sua grandiosidade. Nota-se já nos créditos iniciais (muito interessantes, por sinal) o grau de imersão que Hitchcock busca.  Nunca haverá uma lista dos maiores filmes de todos os tempos sem que haja discórdia; a da revista Sight and Sound , todavia, é de longe a mais respeitada e mais bem feita até o atual momento. Essa lista dupla – dividida entre lista dos críticos e do...